5 de outubro de 2009

Lagrimas do medo meu

Quando passo e não vejo seus olhos
Olhando, seguindo os meus,
Meu coração dispara e sinto sua falta,
Nem sei o que aconteceu

E vejo meu futuro perdido,
Entre espaços e caminhos,
Em labirintos de sentimentos,
Que me deixam embriagado pelos sentidos

Não sei o que é o chorar,
Já senti, mas não sei o que é dor,
Beijei e não sei que gosto tem,
Faz frio em seu corpo de calor

As lagrimas que saem de mim são de sangue,
O sangue que corre em mim é trevoso,
O ar que infla meu peito é rarefeito,
Minha sorte é nada, só um defeito

Sou tristeza em forma de animal,
Que nem sabe como viver da preza fácil,
Me sinto flagelado e muito mal,
Na verdade é uma verdade imbecil

Procuro os rumos da saída,
Do caminho sem volta ao qual eu entre,
Da minha vida sei pouco mais que nada,
E da sua que diz que é minha não sei.



acompanhe esse e outros textos de Carlos Falcão no Recanto das letras...
http://recantodasletras.uol.com.br/autor_textos.php?id=17918

3 comentários:

António Manuel disse...

Caro Carlos:

Vim visita-lo gostei serèi sèu seguidor se me primitir

Os mèus melhores comprimentos


Antònio Manuel

hn disse...

Olá...

Amei seu blog...estarei sempre por aqui ;)

Bjoss!

Graziela*

LAURO AUSTIN disse...

Muito bom ler o que vc escreve.

Um abraço

Lauro Austin